Novo tema, novo servidor, novo post.

July 20th, 2011

Sim! Troquei o servidor do site, o tema do blog, a versão do wordpress… Ah! Esse cheirinho de vontade de escrever.

Aguardem e, em breve, novo post grande.

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Nivelando a montanha

January 18th, 2011

Já tentei de tudo! Ser jogador de futebol, jornaleiro, leiteiro, macumbeiro e até fundar uma pseudociência. Não consegui, de jeito e maneira, juntar uns trocados.

Resolvi, então, conseguir um empréstimo em um banco confiável, para abrir um novo e grande empreendimento.
O mais importante para um banco é ser confiável. Não que eu fosse depositar meu dinheiro nele, para que do dia pra noite ele fechasse e sumisse com tudo, pois, afinal de contas, como faria um empréstimo, era o dinheiro dele que estaria em minhas mãos, não o contrário. Assim, seria ótimo se uma tragédia o ocorresse.
A importância da confiança em um banco está no contrato social, assinado pelos nossos ancestrais semi-macacos, quando passaram a conviver juntos em dias de inverno, devido a escassez de cavernas. O contrato estipula e reciprocidade em todos os aspectos econômicos e sociais. Por exemplo, se eu não sou capaz de posso agredir fisicamente um homem de dois metros e meio de altura e noventa centímetros de bíceps, o contrário também é verdadeiro. O mesmo vale para a confiança. Se um banco é confiável o suficiente para que eu possa confiar nele, ele deve confiar em mim e me emprestar mais dinheiro quando meu negócio for pelo ralo.
Estava em um banco qualquer, na espera para ser atendido. Fiquei com sede e decidi beber um copo d’água em um daqueles filtros com copinhos de plástico. Todos sabem que em estabelecimentos comerciais, os botões natural e gelada se diferenciam apenas pelo placebo, mas mesmo assim optei pela gelada. E realmente era gelada! Nesse momento, passei a confiar no banco com a minha vida e fiz o empréstimo.

Meu novo empreendimento inaugurou com uma festa que foi um arraso! Essa estréia só custou metade do empréstimo. E digo que isso foi um investimento, pois trata-se de uma casa de retenção obrigatória obrigatoriamente concedida para nivelamento de terreno corporal com tratamento fisiculturista e escassez de alimentos, o cárcere privado para a alta classe que não trabalha, também conhecido com spá, e, como há de saber, o que essa gente mais gosta é de festa grande, com muita comida, muita comida. Foi uma estratégia de marketing dobrada! Além do pessoal conhecer o local e se maravilhar com o arborismo e as várias piscinas, já engordaram um bom bocado!

Um sucesso! O spá sumia com mais carne que açougue em véspera de Natal gaúcho. Os melhores tratamentos de estética à disposição, dá até gosto de mencionar!
Para emagrecimento das coxas gordas, os delicados tobogãs de ralador de queijo. Para esticar a pele flácida espelhada pelo corpo, dispúnhamos do famoso banho de lhama, que consiste basicamente em mergulhar o sujeito nas fezes do animal. Para sumir com as rugas do rosto, injeções de veneno de Naja, que paralisam os músculos.

Ainda existia, à noite, um mercado negro de doces e salgados que eu mesmo promovia. Ao mesmo tempo que lucrava vendendo bolacha de água e sal por preço de pizza importada da itália, fazia com que os hóspedes permanecessem por mais tempo. E que hóspedes! Ah! Pessoas famosas do mundo inteiro e ex BBBs se hospedavam nos elegantes cômodos vermelhos, já decorados para o dia da visita íntima. Modelos anoréxicas, modelos bulímicas, apenas modelos e gente gorda.

A desgraça do negócio começou com o lançamento de um videogame aeróbico: o TeEntendo Pee, uma sagaz e injusta concorrência. Comecei a perder clientela à rodo! Todos, então, podiam malhar as banhas no conforto do lar pelo preço que eu cobrava na unidade da cenoura!
Para defender meu capital, precisei tomar medidas drásticas: ofurô de ácido sulfídrico para queima de gorduras e escova progressiva para garotos EMOs e fãs de Giustim Billbert.

Foi então que o pior aconteceu. A vigilância sanitária fechou meu estabelecimento. Acusação: poluição sócio-cultural contra a população residente das redondezas.

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Culturas

January 6th, 2011

Edit: Alguns erros de concordância corrigidos
Atenção! Esse post, como a maioria, satiriza sobre estereótipos. Caso não tenha bagos humor o suficiente para agüentar umas piadinhas, clique aqui.

O texto a seguir retrata uma carta enviada pelo historiador Richard Rich Alot.

Olá! Meu nome é Richard. Como podem ver, esse é um nome típico de historiador rico, metido à besta, vindo da Inglaterra, porque todos os historiadores ricos, metidos à besta, vindos da Inglaterra se chamam Richard. Apesar disso, há Richards bem bacanas, que não são historiadores ricos, metidos à besta, vindos da Inglaterra.

Já eu sou um historiador rico, metido à besta, vindo da Inglaterra. Obviamente, me formei em Oquisfordi, lugar aonde todos os historiadores ricos, metidos à besta, vindos da Inglaterra se formam.

A primeira coisa que aprendemos na faculdade é o fabuloso andar de petulância. Esta é uma arte incrivelmente útil, apesar de não o parecer, para os desatentos. Em primeiro lugar, graças a ela, não necessitamos de fazer complexos, trabalhosos e cansativos movimentos com os braços para pegarmos nossos distintivos de historiadores que são guardados dentro de nossas bolsas marrons laterais ou em nossos cheios bolsos traseiros, de nossas calças verdes apertadas. Aliás, o bolso traseiro cheio é a segunda estratégia mais importante para disfarçar nosso pouco volume carnal. A primeira é simplesmente nossa postura com formato de anzol de cabeça para baixo.
Outra utilidade desse andar é que, adicionando pequenos movimentos com as mãos, aprendidos noutra aula, na universidade, conseguimos dar ordens como “coloque todas as minhas coisas na carruagem, sente-se na posição de dirigente e me leve para a capital” aos nossos servos.

A última coisa que aprendemos e, talvez, a mais importante para um historiador rico, metido à besta, vindo da Inglaterra, é como colocar um monóculo no rosto sem que ele caia. Sua utilização não faz parte do curso, pois na verdade ele não é utilizado de forma ativa. É apenas um adorno que nos dá um ar ainda mais pedante.

Sempre tive um gosto especial pelo Brazil, primordialmente pelo estado da Mata Atlântica, com seus elefantes, gorilas, leões, girafas e mata densa. É uma pena que os macacos e cobras não fiquem nessas regiões, e sim no Rio de Janeiro, capital do país, aonde atazanam a vida dos moradores.

Pois eis que fui à Mata Atlântica comemorar o carnaval com povos indígenas locais! O trajeto até a tribo foi uma aventura e tanto, digna de um filme protagonizado pelo meu estimado colega Indiana Jones. Aterrissamos em um perigoso aeroporto com pista de terra, entramos em um veículo e seguimos por uma estrada não asfaltada até chegarmos a uma doca de pequenas embarcações em um rio. Com meus fabulosos pedantes conhecimentos em geografia, deduzi ser o Rio Tietê, principal rio do país. Emocionante! Os detalhes do percurso não me são conhecidos pois tirei meu pedante cochilo pedante a maior parte do tempo. Atravessamos o rio, aonde encontramos e fomos cordialmente recebidos pela tribo Tamonuegostemo.

Minhas conversas com os indígenas foram realizadas com o auxílio de um tradutor de espanhol, contratado por mim, que me acompanhou em todas as situações, até mesmo na cópula com os locais. Apesar disso, daqui em diante, sempre que eu descrever uma conversa com um nativo, farei como se eu mesmo estivesse dizendo, para ressaltar minha existência e excluir a de seres sem importância.

_ Olá! _ disse eu, segurando um espelho.
_ Oi. _ respondeu o índio, olhando assustado para a fabulosa tecnologia, em minhas mãos.
_ Você. Espelho. Eu. Carnaval. Eu. Comida. Eu. Bebidas. Eu. Fêmeas. Eu. Copular. OK? _ Descrevi uma troca justa de forma que ele pudesse entender.
_ OK! _ E há quem diga que “OK” não é uma palavra inata ao ser humano e forma de comunicação mundial.

A festa foi maravilhosa! Em certo momento, os índios me ofereceram uma estranha folha que parecia com uma droga conhecida mundo afora, mas o nome era diferente e eu já tinha o conhecimento de que tal droga não existia por natureza naquela região. Assim, aceitei. Fizemos um cigarrinho e fumamos. Foi uma loucura.

Povos de tribos indígenas, no geral, não sabem contar como nós, seres humanos comuns. A contagem que fazem se limita a um, dois, três e muitos. Por agora, esse foi apenas um fato aleatório comunicado para exuberar nosso saber e exaltar sua ignorância.

Aquele povo, especificamente, estava, até certo tempo, com sérios problemas de mortalidade. Faz parte de sua cultura a construção de fogueiras para serem puladas, numa festa que realizam em junho ou em julho. O resultado disso é uma enorme quantidade de índios gravemente queimados. Para diminuir a incidência de mortes, o governo instalou postos médicos próximos à tribo, com especialistas em queimaduras.

O governo, aliás, com o exclusivo intuito de proteger a cultura dos índios, ignora os tramites que eles fazem com visitantes estrangeiros e as compras de quinquilharias da sociedade moderna. Assim, foi comum ver ocas com televisores de plasma, microsystems, computadores, entre outros aparatos. Um destes se mostrou bastante peculiar. O fogão! Não pelo fato de ser um fogão, e sim pela forma como era utilizado.
As temperaturas marcadas no forno eram superiores a três, assim, para os índios, lia-se apenas “muito”. Viviam confusos sobre sua utilização para diferentes pratos, por isso. Encontraram, então, uma sagaz forma de medir a temperatura para saber se é a desejada.
Após o aquecimento do forno com uma chapa de metal em seu interior, um índio o abria e segurava a chapa. Em seguida, ia ao posto médico instalado nas proximidades. Então, perguntava ao médico se a queimadura obtida era de primeiro, segundo ou terceiro grau. Essa é realmente uma forma muito inteligente de escalar a temperatura para valores que eles conhecem! Não me surpreendi, pois como historiador, estou acostumado à sabedoria de povos milenares.

Após esses quatro muitos dias de convivência, com grande alegria pesar, voltei para minha amada Europa.

P.S.: Cheguei à tempo do chá das cinco.

Com carinho,
Richard.

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Palíndromo de Natal

December 18th, 2010

Já estava dormindo: era Papai Noel.
Precisava dormir.
_ Não – eu respondi, quando a mim uma ajuda pediu.
Pela janela ele entrou, não há chaminé, em meio a fumaça que desceu.
Descansei do trabalho, lavei a louça, vários pratos, ceia cheia de gente.
A ceia eu comi em meio à família que festejava.
À tarde eu corri pelos verdes campos da praça, com amigos, em busca de diversão.
Muitas crianças a agradar neste natal. Noel com problemas, disse a mulher. Almoço breve, vendo à reportagem na TV.
Só para o almoço eu acordei, nesta longa manhã, tão longa que só para o almoço eu acordei.
Almoço breve, vendo reportagem, na TV. A mulher dizia que Noel estava com problemas, muitas crianças para agradar neste natal.
Em busca de diversão, com amigos, à tarde eu corri pelos campos verdes da praça.
Em meio a família que festejava, a ceia eu comi.
Tantas pessoas, muitos pratos para lavar. Após o trabalho, apenas descansei.
Uma fumaça subiu, não há chaminé, pela janela ele entrou.
Pediu ajuda, e um “não” eu respondi. Precisava dormir.
Era Papai Noel: já estava dormindo.

A vida é um grande palíndromo. Do nada viemos e para o nada vamos =)
Então, aproveitem o Natal e comam muito chocotone =D

Hohoho! Feliz tchau tchau!

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Mídia

October 23rd, 2010

Leio em capa

“Legalizada hoje a cédula de real, conhecida como “verdinha”. A maioria votou em prol da legalização da cédula de real em plebiscito decisório. A defesa utilizada foi a de que, apesar dos males causados, o real pode ter uso terapêutico (para uma minoria capitalista). A contra-defesa argumentou, em vão, que o dinheiro é a principal causa da violência urbana e vicia. A promotora [...]“

Lambo o dedo e viro a página

Juan Tamarindo, vice-campeão mundial de chute à berinjela, morreu hoje em competição internacional. O esporte, popular, competitivo, inútil para a sociedade e perigoso para os praticantes, consiste em chutar berinjelas a longas distâncias. O legume separado para Juan estava verde, causando um impacto suficiente para explodir o pé do esportista, encontrado morto horas depois, nos alpes suíços. Apesar da morte, Juan ficou marcado na história do esporte como medalhista de ouro do último PeterPanamericano (apesar de que isso nada valhe para um morto).”

Fecho o jornal e ligo a TV

“Será que ele a traiu? Olha o exame de DNA aí! Ela é o pai! Confirmado! Ela é o pai da criança. Agora vai pagar pensão!”

Mudo o canal

bunda bunda bunda bunda bunda bunda peito bunda bunda bunda…

Desligo a TV e abro um livro

“[...] estou profundamente indecisa entre as deliciosas carícias do homem de mármore cujos lábios são doces como o mel, cuja pele é macia como um travesseiro de plumas canadenses e cujo odor é como o cheiro da mais linda e formosa flor e o lobo selvagem cuja pir*** é poderosa como tridente de Poseidon, com o qual fiz amor numa quente noite de crepúsculo [...]“

Nada tão bom quanto uma noite de sono.

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Apenas para esclarecer…

September 21st, 2010

Estou numa semana difícil de trabalhos para a faculdade e mudança de casa, por isso a falta de tempo para escrever aqui… =(

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Desculpe a demora, senhora!

September 12th, 2010

Senhora, eu sei que está brava comigo e sente uma vontade enorme de encher meu bumbum de cintadas! Mas relaxa aí! Os últimos dias têm sido difíceis, porém logo logo eu posto algo decente.

Só pra esse post não ser tão inútil, uma das minhas frasesinhas de final de texto – dessa vez, não realmente minha.

“Má você segura aqui no cano do ônibus e eu atrás má que que isso má uopa RÁ-HIGH RIRRI!” – S.S.

Ciao ciao!

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Há mesmo modinha ou é impressão minha?

August 25th, 2010

Depois da rima rica do título, sigo com meu texto.

Às vezes eu reflito sobre as modinhas nas quais eu me envolvi. Ainda sou jovem, assim, meus tempos de criança não estão muito distantes. Por isso, não sei discernir se muitas eram modinhas gerais ou “coisas de crianças”, feitas até os dias de hoje, pelas substitutas temporais.

E há, agora, modinhas que me rondam, mas pode ser, talvez, só impressão minha ou algo que acontece comigo e eu tento generalizar para os outros.

Por exemplo, é impressão minha ou, antigamente, chicletes eram muito mais consumidos? Mais comerciais, na televisão, mais pessoas mascando e, inevitavelmente, mais tênis vandalizados. Essa, desconfio eu, nunca fora uma mania. Crianças devem gostar, mesmo, dessas guloseimas. No entanto, não passa de desconfiança.

Agora, algo que me chama a atenção, é a mania de WTF.
WTF, em inglês, é, na internet (caramba, quantos apostos! o_o), “What the fuck?!”, que, em português, sem eufemismos (mas com censura) é “Mas que p**** é essa?!”.

Tenho a forte impressão de que as pessoas gostam de causar impacto com coisas quase dadaístas. Quero dizer… totalmente nonsense. E, também, há procura para ver essas coisas. É só olhar um pouco e observar os tipos de blog que fazem sucesso e os vídeos da primeira página do youtube (ignorando os calouros que cantam).

Talvez eu esteja fazendo isso agora.

Mas tudo isso é muito óbvio.

É. Vou dormir. Antes, uma frase para se pensar:

O lorde diz ao homem: tens dúvidas e queres saná-las; tens problemas e queres resolvê-los; sabes que o oráculo moderno tem todas as respostas; sabes, também, que a fazenda não possui nenhuma. Eu sei, no entanto, que tudo o que fazes é ordenhar tuas vacas. Estás despedido – bendito seja o setor de TI.

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João

August 16th, 2010

Antes do conto prometido, agradecimentos à Juliana por correções ortográficas na publicação anterior.

João

João era um bom homem. Não tinha ensino. Isso, no entanto, não o impediu de nunca ter cometido um delito grave. Os pequenos, todos cometemos.

Aos dezesseis conheceu o doce da vida, por vinte reais. Acreditou terem sido bem investidos. O capital veio de sua prestação de serviço. Quebra-galhos, no dito popular, para João virava assistente geral de afazeres comuns. Não que soubesse o real significado das palavras, mas alguém disse coisa parecida e achou bonita.

Perdeu a perna, certo dia, numa briga de gangues torcidas de futebol. Foi o melhor que o açougueiro do bairro conseguiu fazer, após João ter recebido um leve corte na coxa, para evitar uma hemorragia.

O mulato não podia mais trabalhar com afinco, ganhando menos. Em contrapartida, gastava mais. Zé, o dono do bar, agradecia.

João resolveu, então, apelar para suas superstições. Foi consultar Cassandraylde de Zuráyde: vidente, mãe de santo, taróloga, escritora do livro “décima edição de compreendendo, usando, lucrando e vivendo melhor com o segredo” e fundadora da pseudociência religiosa “Crentes de Turing”. A receita foi simples: banho de pipoca com manteiga, vinte e cinco pai nossos e um depósito de cinco mil reais na conta da mística. O dinheiro foi questionado, mas logo a explicação foi dada. A água de esgoto em frasco vinha da Índia e era santa. João precisaria tomar da água para curar seus males.

O destino é mesmo estranho. Uma mutação causada pela água fez João regenerar sua perna. De volta à ativa, vê que os problemas um dia tidos foram causados pela luxúria! Não havia amor ou carinho em serviços pagos.

Mas João era feio – e muito. A sociedade, cruel, só vê beleza interior em discursos falso-moralistas e em palestras motivacionais (para empresas e afins).

Procurou seu amigo, Djou (dijôu), especialista em potrancas. Recomendou, sabiamente, o vídeo-curso da internet entitulado “Técnicas de auto-beneficio para atividades de cópula com fêmeas pós-maduras”.

Aprendeu, logo, a receita de sucesso. A dedução matemática ficou de lado, mas a fórmula era simples de ser aplicada.

birita + forró = çéquiço com tiazinha

Dias de aventura se passaram, até João se apaixonar por Vanailde. Ela, mulher justa por natureza, se apaixonava por todos. João adquiriu AIDS, num dia de balaids.

Triste, resolveu voltar à Zuráyde. Já sem dinheiro para comprar solução, João ficou com a regressão. Mesmo que não pudesse se curar, saber o motivo da desgraça já o faria se conformar e, isso, seu fundo poderia pagar.

João se viu de bigode. Um bigode muito estranho e peculiar. Pensou ser Hitler e aceitou de bom grado seu triste karma. Na verdade, fora Nietzsche.

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Aviso de novidades

August 15th, 2010

Ainda hoje planejo fazer uma publicação grande… depois de estudar… depois de dormir =)
Ah! Quase que esqueço de me gabar… 0 erros no checker da W3C.

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